Hoje é o tempo de sonhar.

Garoto voador, quando suas respostas chegam?

 

Se tudo é ilusão, a dúvida fica no setor nebuloso. Escolher é uma necessidade opcional: não escolher tem um preço.

Foram respostas ou foram escolhas? O karma se repete? Alguém que me diz o que foi que eu fiz, por favor! – preciso de ajudar, por favor me acuda.

 

Eu vivo muito só.

Todo mundo espera algo de um sábado à noite. Todo mundo espera algo dos seus sonhos. Todo mundo espera… mas ninguém se move. O que se move? Como se move?

Um grito abre meu orgulho. Meu peito dói com muita força, um incomodo. Um soluço.

Peregrino! Por favor, me ensine teus caminhos passados. O que você fez? Foi difícil assim?

 

Às vezes olhando superficialmente, sinto que estou seguindo exatamente teus passos. Mas, exatamente?

A arte de se apropriar como visto na montenegro. Quando se sente o que você sente… incompreendido. Mas qual a necessidade de compreensão quando se há a expressão?

A cidade não é de quem deixa de correr a noite por medo de um assalto.

Tem que ser agora, eu estou pronto. Eu preciso.

Um Isqueiro aceso no seu umbigo te faz correr no sofá por uma pizza, hoje a noite. Uma mensagem que te traz uma agonia de estar vivo, um aperto na garganta, um nó no estômago.

Do âmbito profissional, está incrível. Quanto entusiasmo! (Mas não falo por mim).

 

Os embalos nunca mais existiram. Eu também, nunca mais existi.

Varanda acesa. Vento na sacada.

Antes e depois…

Me leve pra qualquer lugar… aqui, tudo irá se repetir.

Mas estou disposto a não esconder meu rosto e enfrentar aquilo tudo que pedi ao esfregar a lâmpada. Ou: esfregarei novamente hoje durante a madrugada inteira.

Algum lugar me clama… essa dor tem remetente e rumo evidente.

Uma dor bem no meio do meu rosto…

À obra;

Igor Florim