Tuligem:

Acarrilhou-me. Nem precisa mais ser para sentir. Hoje, podemos apenas lembrar – com muita força.

Inscrito sem meu rumo: escrito no teu pé, do maior dedo ao único calcanhar.

É errado se dizer único? Líquido, umido… o barulho de 700 arrozes lixando uma lata de alumínio.

Senhor: ouço hoje, com muita firmeza. Já me falaram muitas coisas que eu precisava ouvir. Agora tento me lembrar mas pouco escuto. (…) Ah, certo. Então devo entender que eu já vi tudo? (…) Aguardo então, os 27 dias.

Luz que vagou o som – irrigaram o trigo. Muitos recados e forças seguem pro teu nariz.

Arregou teus vidros, filmados no canto da prateleira.

Leia todas as reticências e grite por quem tu és – com toda a força dos mundos.

Plural de arroz é arrozes. E o de giz? – gritou, achei um saco. E lá vou pensar…

Câmbio, insônia.

Igor Florim